terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Caos (χάος) se avizinha de nossa querida Paraíba!

Governador exonera milhares de servidores, muitos com 10, 15 ou 20 anos de casa, corta as gratificações pelo pé, o número de homicídios cresceu assombrosamente, postos bancários são dinamitados agora com uma frequência assustadora, escola de música do Espaço Cultural poderá fechar, pois todos os professores foram exonerados, um tiro na cultura.
A PEC 300 da Paraíba, que havia sido aprovada pelos deputados no governo passado, aquela que garante melhores  salários aos policiais civis, militares, aos bombeiros e aos agentes penitenciários, foi suspensa por força de uma liminar.
Ricardo Coutinho, pra não ficar pra trás nas eleições, sem ter mais o que fazer, prometeu: "eu pago a PEC também", paga, mas só não disse quando. 
Na madrugada de segunda para ter-feira, numa lapada só ladrões roubaram a coletoria estadual, PSF e um mercadinho, tudo isso só em Sapé, a bandidagem esta desmoralizando essa politica de segurança que só serve mesmo pra poucos, os que podem pagar pela segurança e os poucos afortunados do governo que têem policiais escalados para protege-los.
Os atos de governo do reizinho não param por ai, tem mais maldade, Ricardo Coutinho exonerou a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos e o banco de órgãos na Paraíba voltou à estaca zero. (trecho extraído do blog do Dércio: Para se ter uma idéia da gravidade do que esta decisão provocou, simplesmente hoje as doações de órgãos ou tecidos estão impedidas de acontecer pela ausência desta comissão de avaliação e triagem.
Um paciente que esteja precisando de uma doação urgente poderá vir a óbito por falta de pessoas capacitadas para avaliar e encaminhar o transplante).
Esse é o retrato da saúde na Paraíba, será que a esperança que venceu o medo no Brasil, é a mesma que sucumbe de pavor na Paraíba com Ricardo Coutinho e o governo PSB/PSDB/DEM e o filhote de cruz-crédo do PPS?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

‘Lula será sempre um conselheiro de todos nós’, diz presidente do PT

Às vésperas dos 31 anos do partido, José Eduardo Dutra diz que ele está ‘mais representado’ no governo Dilma do que no do ex-presidente

Ed Ferreira/AE

Ed Ferreira/AE
O presidente do PT, José Eduardo Dutra em entrevista ao 'Estado'

BRASÍLIA - No time dos negociadores políticos escalados pelo governo de Dilma Rousseff, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, coleciona queixas e cobranças de todos os lados, mas afirma que seu partido não tem do que reclamar. "O PT está mais representado no governo da Dilma do que no do Lula do ponto de vista de peso e de importância de ministério", diz ele, numa referência ao espaço ocupado pelos petistas na equipe do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Disposto a pôr panos quentes na guerra aberta entre o PT e o PMDB, Dutra observa que todas as siglas têm "grande apetite" por cargos, mas considera "natural" a gulodice. "Sempre haverá conflitos", ameniza.
Prestes a homenagear Lula no aniversário de 31 anos do PT, na quinta-feira, com o título de presidente de honra do partido, Dutra conta que o ex-presidente ajudará a legenda a tirar do papel a reforma política. "Lula vai ser sempre um conselheiro de todos nós."
Quais os principais desafios do PT pós-governo Lula, ao completar 31 anos?
O grande desafio do PT, neste momento em que exerce seu terceiro mandato, com a primeira mulher presidente, é ter a capacidade de influir no governo para aprofundar as mudanças adotadas por Lula. E fazer com que a sociedade e o Congresso se convençam da urgente necessidade da reforma política.
A presidente Dilma pôs entre as prioridades a reforma política, que já havia sido promessa de Lula. O que será diferente agora?
Agora há um sentimento mais arraigado de que, do jeito que está, não dá para continuar. Podemos aprovar um modelo este ano para entrar em vigor só em 2018. Haveria menos resistência, porque em 2018 você não sabe quem vai estar governando, quem vai estar popular ou não.
Quais os pontos essenciais dessa reforma?
Todos os partidos têm de sentar e ver quais os pontos que os unem. É preciso caminhar, por exemplo, para o financiamento público das campanhas. Eu também acho que temos de estar abertos a discutir o voto distrital misto. O modelo que temos hoje está falido.
O financiamento público acaba com o caixa 2 nas campanhas?
Sem dúvida alguma vai contribuir muito para acabar com o caixa 2, porque as campanhas ficarão mais baratas.
O que Lula fará depois de receber o título de presidente de honra do PT? Ajudará na construção desse pacto?
Não podemos prescindir da ação política de Lula, que terá papel importante nessa mobilização. Lula vai ser sempre um conselheiro de todos nós. A única condição que ele impôs é que a gente não o convide para reuniões nos fins de semana.
O sr. é favorável à volta do ex-tesoureiro Delúbio ao PT?
Em 2009, Delúbio retirou (o pedido de refiliação), em nome de um acordo pelo qual ele o reapresentaria mais tarde (após as eleições). Como terei de me posicionar, prefiro não emitir opinião neste momento. Mas não vou ficar em cima do muro. Esse é um assunto que o PT precisa discutir com tranquilidade até porque não existem penas eternas.
Então, o sr. já está concordando com um dos argumentos de Delúbio.
Não é um argumento dele. É uma constatação da sociedade civilizada.
O julgamento dos réus do mensalão está previsto para o segundo semestre. O sr. é favorável à absolvição de José Dirceu e à anistia para ele na Câmara?
Se ele for absolvido, é claro que terá de ser anistiado. Espero que o julgamento (no Supremo Tribunal Federal) seja baseado em provas, e não em questões midiáticas. Não se pode transformar esse julgamento num julgamento do governo Lula. Eu tenho a mais absoluta convicção de que o chamado mensalão - no sentido de pagamento para parlamentares votarem a favor do governo - não existiu. Houve ilegalidades, claro. Caixa 2 também é um crime.
Mas não foi só caixa 2. A denúncia diz que houve também desvio de dinheiro público...
É falsa a tese de que houve dinheiro público nessa operação.
O ex-presidente do PT Ricardo Berzoini lidera um cordão de descontentes com a falta de interlocução no governo Dilma. O que pode ser feito para contornar essa crise?
Eu desconheço essa realidade. Mas é natural que, numa bancada de 88 deputados, como na do PT, você tenha divergências em relação a questões relativas à composição de governo.
Mas o PT não tem, com Dilma, a mesma interlocução que tinha com Lula... Isso é um fato.
Eu sou presidente do PT e tenho interlocução permanente com ela. O PT tem 17 ministros. Está mais representado no governo da Dilma no que no do Lula do ponto de vista de peso e de importância de ministério. O perfil da Dilma é que é diferente. O Lula personifica o PT.
O ex-presidente Lula admitiu a possibilidade de voltar a concorrer em 2014. A expectativa do PT é de que Dilma fique numa espécie de mandato-tampão?
Não é mandato-tampão. A presidente Dilma é o nome natural para disputar a reeleição. Agora, estamos no início do governo e não quero ficar fazendo previsões. Não há dúvida de que Lula continuará sendo um quadro importantíssimo no cenário político nacional.
A montagem do governo Dilma escancarou a briga por cargos entre o PT e o PMDB. Como evitar que a insatisfação tenha troco nas votações do Congresso?
Sempre haverá conflitos. No governo Lula também houve insatisfeitos e problemas no Congresso. Essa é uma dinâmica que será desenvolvida a cada votação e tema polêmico.
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que perdeu o controle sobre Furnas, disse que "quem com ferro fere com ferro será ferido". Segundo ele, desvios na estatal ocorreram na época em que os dirigentes foram indicados pelo PT. Como o sr. responde a essas acusações?
Não vou gastar verbo com Eduardo Cunha. Se há irregularidade é preciso investigar e punir os responsáveis, independentemente de quem indicou.
Aliados reclamam do apetite do PT e dizem que há latifúndio petista no governo. Está havendo falta de habilidade nas negociações pelo fato de a presidente não ter experiência política?
De forma alguma. Todos os partidos têm grande apetite e isso é natural. Quando você nomeia alguém para um cargo público gera dez insatisfeitos e um ingrato.
Quem será o líder da oposição agora? O senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem esse perfil?
A oposição tem de encontrar o seu eixo. É importante que isso ocorra logo porque precisamos ter diálogo com a oposição também. Aécio tem toda a capacidade de liderar a oposição. Não sei se ele se disporá a fazê-lo nem se permitirão que isso aconteça.
A seu ver, qual será o futuro do ex-governador José Serra?
Eu acompanho o Serra pelo Twitter e acho que ele está profundamente raivoso. A raiva e a mágoa nunca foram boas conselheiras. O futuro dele vai depender muito da capacidade de administrar esse processo.
O que o sr. diria, hoje, para quem vai receber um salário mínimo de R$ 545, se a proposta do governo for aprovada, enquanto os parlamentares aumentam os seus vencimentos em quase 62%? Dá para viver com isso?
É claro que, se você comparar com o salário que vige no meio político, não dá. Agora, a comparação que tem de ser feita é com o poder aquisitivo do salário mínimo de hoje e o de alguns anos atrás. Vamos lembrar que, há muito tempo, a briga histórica no Brasil era para se ter um mínimo de US$ 100. Hoje, estamos falando de quase US$ 300. Há muita demagogia.
O exercício do poder deixou o PT mais pragmático e até a bandeira da ética foi manchada. O que diferencia hoje o PT dos outros partidos?
Primeiro, a capacidade de organização, de debate e democracia interna. O PT é o único partido que elege sua direção com o voto dos seus filiados. Estamos vendo, claramente, um ponto que mostra a diferença entre nós e o PSDB. Fala-se agora em definir o presidente do PSDB por meio de um abaixo-assinado.
A formação do PT em tendências ainda faz sentido nos dias atuais?
Faz. É um processo que muitas vezes extrapola o limite do razoável, mas tem sido um dos elementos de efervescência do partido. Eu sempre prefiro a disputa entre correntes a caciques ou visões regionais.
Como o sr. define o PT hoje? É um partido de centro? Socialista já não é mais...
O PT é um partido de esquerda e socialista. A questão, hoje, é definir o que é o socialismo. O chamado socialismo real - modelo que vigorou no Leste Europeu - mostrou-se inviável. Mas a luta por justiça social vai continuar existindo. Quando você consegue tirar mais de 20 milhões de pessoas da miséria está dando um passo no sentido da diminuição da desigualdade.

Recado à presidenta Dilma

Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação

“As atenções do mundo seguem voltadas para os acontecimentos do Egito, onde Hosny Mubarak nos seus estertores ainda tenta uma sobrevida, que tudo indica ser rigorosamente impossível. Mubarak terá o mesmo destino que Suharto, da Indonésia, que passou três décadas mandando em seu país graças ao apoio de sucessivos governos estadunidenses e depois de prestar inestimáveis serviços a Washington foi expelido para a lata de lixo da história.

Não será nenhuma surpresa se logo após o fim de Mubarak o Egito venha a ser governado pelo Nobel da Paz Mohamed El Baradei, que inclusive já deu sinais claros que seu provável mandato, provisório ou por eleição, não desestabilizará a região e manterá os acordos com o vizinho Israel. E isso apesar da intromissão indevida do Presidente israelense Shimon Peres tecendo loas ao sanguinário ditador do Egito, que até há poucos dias era ainda chamado de Presidente pela mídia de mercado.

O que intriga é o fato de os EUA estarem tentando impor uma transição sob o comando de Omar Suleiman, que tem tanta culpa no cartório como Hosny Mubarak, peça já descartada e que se tenta a chamada ”saída honrosa”. Questão de mais dias menos dias.

Mas em outras partes do mundo acontecem fatos que não aparecem nas páginas ou são apresentados de forma bastante escondida nos jornalões, como no caso da prisão de cinco cubanos nos Estados Unidos, país cuja opinião pública só tem acesso a essa informação através de matérias pagas que custam uma fábula nos grandes jornais.

Nesse sentido, se tiver vontade política, a Presidenta Dilma Rousseff poderá ter grande influência no caso dos cinco presos cubanos nos EUA, no encontro que terá em Brasília, em março, com o Presidente estadunidense Barak Obama.

Como ela tem se destacado na defesa incondicional dos direitos humanos, já tendo reafirmado que a política externa de seu governo será norteada por esses preceitos, Dilma Rousseff se fortalecerá ainda mais diante da opinião pública nacional e internacional caso se disponha a conversar com o Presidente Barak Obama e fazer um apelo pela soltura dos inocentes que na verdade evitaram mais ações terroristas contra Cuba.

A Presidenta Dilma Rousseff deve estar informada sobre o caso. Se por acaso não estiver, o que deve ser difícil, tanto o Ministro do Exterior, Antonio Patriota, como o assessor especial de política internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia provavelmente conhecem bem o caso e podem fornecer subsídios valiosos à Presidenta.”
Artigo Completo, ::Aqui::

Lula no fórum: não se pode trocar neoliberalismo por nacionalismo atrasado

Eduardo Castro - Correspondente da EBC na África

Dacar (Senegal) – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou do Fórum Social Mundial uma postura firme diante da posição dos países ricos em relação à África. “Penso que o Fórum deveria tomar uma decisão: não é possível que o mundo rico não assuma um compromisso com o Continente Africano, exatamente no momento em que o preço dos alimentos sobe no mundo inteiro. Não pensem que o G-20 tem sensibilidade para o problema da fome. Só fomos chamados para reuniões com os países ricos quando eles entraram em crise e precisavam do nosso apoio”, afirmou Lula.
Lula ganhou aplausos dos representantes dos movimentos sociais que lotaram o auditório, entre eles muitos brasileiros, ao dizer que acha que “não faz sentido que FMI [Fundo Monetário Internacional] e Banco Mundial imponham ajustes que inviabilizem políticas públicas de incentivo à agricultura em países pobres”.
Também foi saudado ao afirmar que é cada vez mais forte a consciência de que fracassou o chamado Consenso de Washington (conjunto de medidas pactuadas em 1989 por organismos financeiros multilaterais, como FMI e Banco Mundial, que serviu de base para políticas de estabilização econômica de países em desenvolvimento). “Quem, com arrogância, nos dava lições, não foi capaz de evitar a crise nos seus próprios países. Felizmente não vigoram mais as teses do Estado mínimo, sem presença reguladora. O mercado já não é mais a panaceia”.
Lula completou dizendo que não se pode trocar o neoliberalismo pelo “nacionalismo atrasado, opção da direita americana e europeia, culpando o imigrante pela corrosão social”.
Lula participou de uma mesa sobre o peso geopolítico da África, ao lado do presidente de Senegal, Abdoulaye Wade. “O Brasil não tem pretensão de ditar modelos para ninguém”. Mas, segundo ele, “nosso êxito pode ser um estímulo para a construção de um caminho alternativo ao desenvolvimento sustentável e igualidade social”.
“É hora de colocar o desenvolvimento e a democracia no centro da agenda africana”, afirmou o ex-presidente. “É urgente incorporar à cidadania milhões de africanos pobres, o que será importante também na recuperação da economia mundial”. A saída, segundo ele, é produzir alimentos. “Não há soberania efetiva sem segurança alimentar”.
Lula disse que leva ao fórum a mensagem de quem governou o país com a segunda maior comunidade negra do mundo (80 milhões de pessoas), menor apenas que a da Nigéria. Repetiu o pedido de desculpas feito quando da primeira visita ao Senegal, em 2005, por causa do processo de escravidão ocorrido no Brasil até o fim do século 19. “A melhor maneira de reparar é lutar para fazer desse Continente um dos mais prósperos e justos do século 21”.
Na sequência, o presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, afirmou ter “profundos desacordos” com os participantes do fórum porque é “um liberal, partidário da economia de mercado, e isso diz tudo". Entretanto, afirmou, o Fórum Social é importante porque “o mundo espera pela ideia que o salvará do caos”.
Presidente desde 2000, Wade afirmou que o Senegal melhorou muito desde então. “A renda per capita era de menos de U$ 1,5 mil em 1999. Hoje é de U$1,34 mil, duas vezes e meia o limite da pobreza”. O país também é autossuficiente na produção de alimentos.
“A aspiração à mudança é fundamental. E hoje a África está numa encruzilhada. A imagem é de continente pobre, mas é preciso corrigir essa ideia. Ela não é pobre - foi empobrecida”, sentenciou o presidente do Senegal. Wade disse que apoia a proposta de taxação do fluxo de capitais em 20%, o que geraria recursos para combater a pobreza. E defendeu que a África tenha um assento com direito a veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). “70% dos temas tratados [no conselho] são relativos à África”, disse o presidente senegalês.
Edição: Vinicius Doria

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Três Mosqueteiros da Paraíba.

Com a posse dos novos deputados eleitos e reeleitos em 2010, a Assembleia da Paraíba teve uma renovação significativa, sobretudo quando falarmos do partido dos trabalhadores.
Após quatro anos os eleitores deram uma nova oportunidade ao mais fiél representante dos trabalhadores rurais, dos pequenos agricultores, dos assentamentos e um militante fervoroso da reforma agrária, falo de Frei Anastácio. Sua postura até o presente momento tem sido de total fidelidade às resoluções partidárias.
Anisio Maia, já tentou de tudo, mas fez da pesca seu cabedal politico, controverso, ninguém sabe realmente qual o verdadeiro papel desse parlamentar nos encontros promovidos pelo partido. Anisio tem que ser observado e seu desempenho no parlamento deve ser motivo para muitas criticas, como líder de bancada, confesso que fiquei decepcionado. Anastácio representaria melhor os ideais que nortearam a fundação do PT.
Luciano Cartaxo, esse deputado, para mim, editor e responsável pelo blog do Nego Zhim, será o parlamentar pop, vai querer se sobressair, o que é natural, e certamente terá como meta potencializar seu nome para voos mais altos dentro do cenário politico paraibano. Quem sabe não esta nos seus planos uma candidatura a prefeito da capital em 2012?
Acompanhar o desempenho desses três parlamentares, que foram eleitos pelo partido dos trabalhadores é uma obrigação desse blog, que tem compromissos na defesa do PT, do Governo Federal, da Presidenta Dilma e na atuação, de todos os vereadores, deputados  federais, estaduais, senadores e governadores eleitos pelo Partido dos Trabalhadores.

Gilberto Carvalho representará governo brasileiro no Fórum Social Mundial de 2011 em Dacar

Amanda Cieglinski e Ivanir José Bortot, Agência Brasil

“O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, será o representante do governo brasileiro na edição do Fórum Social Mundial (FSM) de 2011. O evento, cuja primeira edição ocorreu no ano 2000 em Porto Alegre como uma alternativa ao Fórum Econômico de Davos, será realizado este ano em Dacar, no Senegal.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve em todas as edições brasileiras do FSM, também confirmou presença em Dacar. Essa deverá ser sua primeira participação em eventos internacionais após deixar o cargo.

As atividades do FSM 2011 ocorrerão de 6 a 11 de fevereiro. A presidenta Dilma Rousseff já participou de edições anteriores do evento ainda como ministra, mas, no seu primeiro ano de mandato na Presidência, optou por enviar uma equipe representando o governo brasileiro. Carvalho participará de discussões sobre as relações do Brasil com diversos países, principalmente da África.

Representantes das secretarias especiais de Direitos Humanos, de Promoção de Políticas da Igualdade Racial e de Mulheres e dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e da Saúde também participarão de atividades no fórum.

Não está confirmada a presença de outros ministros. A comitiva brasileira levará material sobre as principais ações e políticas do governo para ser distribuído aos participantes do fórum.

Para o sociólogo Cândido Grzybowski, um dos fundadores do FSM, a presença de Lula deverá causar “alguma confusão”. “As pessoas vão estar muito curiosas para vê-lo. Hoje, ele tem uma visibilidade muito grande e acho que ele é até mais respeitado lá fora do que aqui”, opina. O organizador do fórum acredita que a ausência de Dilma é natural, já que, dessa vez, o Brasil não é o anfitrião do evento.”

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

E AGORA GOVERNADOR? A violência dispara na Capital com 47 homicídios só em Janeiro

E AGORA GOVERNADOR? A violência dispara na Capital com 47 homicídios só em Janeiro
A violência cresceu muito e quase dobrou em João Pessoa, em relação ao mesmo período do ano passado.
Isso no que se refere apenas ao que foi registrado como ocorrência nas delegacias, pois sabemos que no paralelo a situação já é de vaca desconhecer bezerro.
Ninguém pode esconder o fato de que a violência não pára de crescer no Estado da Paraíba desde a posse de Ricardo Coutinho (PSB) no Governo do Estado. Homicídios, assaltos e sequestros relâmpagos.
Em relação ao mesmo período do ano passado, apenas na Capital paraibana, a violência cresceu 46,8%. Os dados são da Delegacia de Homicídios da Capital. 
Em janeiro, a delegacia especializada em homicídios registrou 47 ocorrências apenas em João Pessoa, com 32 mortes.
E tem mais: dos 47 homicídios registrados em janeiro, cinco acusados foram presos em flagrante, foi expedido um mandado de ordem de prisão e um número não divulgado de indiciados.
Para o delegado Isaias Gualberto, o aumento da criminalidade deve-se a diversos fatores, como o aumento do uso de drogas e do tráfico.
O danado é que tudo isso só veio a aumentar agora em janeiro. Será que os traficantes ficaram mais corajosos de primeiro de Janeiro pra cá?
A população exige respostas do governador.

PT de João Pessoa reafirma apoio a Agra, mas reclama da participação no governo

PT da Capital se reuniu ontem e decidiu que vai cobrar mais cargos na Prefeitura

O Diretório Municipal do PT em João Pessoa se reuniu ontem e entre as deliberações aprovadas está a continuação do apoio ao prefeito Luciano Agra (PSB) e a definição de calendário de discussões para 2011 e 2012. Apesar de reafirmar o apoio ao prefeito, o partido entendeu que teve sua participação do governo diminuída e vai cobrar mais cargos em reunião que será realizada com o chefe do Executivo.
Sobre as discussões para as eleições de 2012, o partido decidiu que sua participação no pleito será como protagonista e que toda discussão se dará na instância municipal.
Confira a ata da reunião:
RESOLUÇÂO DA EXECUTIVA MUNICIPAL
A Executiva Municipal do PT de João Pessoa, reunida, em 01 de Fevereiro de 2011, considerando:
1 – A necessidade de planejamento e organização das atividades do PT municipal para o 1º Semestre de 2011;
2 – Que para o atendimento dos objetivos políticos do PT na Paraíba e no País, é fundamental o pleno funcionamento das suas instâncias partidárias, com respeito à organização e autonomia de cada uma delas, sob a orientação política geral das deliberações nacionais;
3 – Que caberá às instâncias municipais a condução do processo eleitoral de 2012;
4 – Os auspiciosos resultados eleitorais alcançados pelas forças progressistas nas últimas eleições, seja em nível federal, com a categórica vitória da nossa presidenta Dilma Roussef (PT), seja na Paraíba, com a eleição de um Governador do PSB;
5 - O início de uma nova década e de um novo momento político e econômico recheados de muitas e boas possibilidades a serem devidamente reconhecidos e aproveitados pelos novos governos, recém instalados no Brasil, na Paraíba e no Município de João Pessoa;
6 – A importância que o PT joga neste novo cenário para a construção de um Brasil, uma Paraíba e uma João Pessoa mais desenvolvidas, social e economicamente;
7 - A necessidade de aperfeiçoar politicamente a relação com a Administração Municipal de nossa querida Capital, com o objetivo generoso e estratégico de construção de um governo de coalizão que esteie um projeto de forte desenvolvimento econômico e político do Município:


RESOLVE:
I – Aprovar calendário de reuniões desta Instância e do Diretório Municipal, bem como Atividades para o 1º Semestre de 2011, com prioridade para as discussões quanto às reformulações do Estatuto Partidário, Reforma Política e avaliação da nossa participação no Governo Municipal de João Pessoa;
II – Informar que em tempo hábil e apropriado, com base nas orientações gerais da nossa agenda nacional, proporá e submeterá ao Diretório Municipal calendário de discussões sobre o processo eleitoral de 2012, afirmando que tal debate deve ser travado única e exclusivamente por esta instancia partidária, apresentando o PT como protagonista do processo eleitoral municipal próximo;
III – Que o PT apóia o Governo Municipal de nossa Capital na busca de dar todo apoio político necessário a implementação de políticas públicas capazes de melhorar a vida de todos e todas, em especial aqueles setores mais humildes.
IV - Entender que a atual representação do PT no Governo está aquém do seu peso político. Diminuímos de tamanho, fato ocorrido na última reforma administrativa. Neste sentido queremos dialogar com a gestão para melhor compreender a causa e conjuntamente encontrar a equação que resolva a questão.
João Pessoa, 01 de Fevereiro de 2011.
Executiva Municipal do PT de João Pessoa

 

Dilma escolhe Luiz Fux para vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal

A presidenta Dilma Rousseff escolheu o ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o posto de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).Fux assume vaga de Eros Grau, aposentado em agosto do ano passado, e deste modo a Corte Suprema passa a contar com 11 ministros.
A indicação foi publicada na primeira página da Seção 1 do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (2) e submetida ao Senado Federal. Luiz Fux será sabatinado pelos senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois sua indicação será colocada em votação no plenário do Senado.
Além do nome do ministro Fux para o STF, a presidenta Dilma Rousseff enviou outras duas mensagens ao Senado Federal e à Câmara dos Deputados indicando o senador Romero Jucá para exercer a função de líder do governo no Senado e do deputado federal Cândido Vaccarezza para a função de líder do governo na Câmara.
Carioca do bairro do Andaraí, Luiz Fux tem 57 anos, é casado com Eliane Fux e pai Marianna e Rodrigo. Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), chegou ao STJ em novembro de 2001 vindo do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Titular da Corte Especial daquele tribunal, o ministro ainda compõe a Primeira Seção e Primeira Turma. Faz parte também da Comissão de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.
No ano passado, Fux se destacou pelo trabalho como presidente da comissão de juristas designada pelo Senado para elaborar o anteprojeto de lei do novo Código de Processo Civil (CPC). Na ocasião, o ministro apresentou detalhes da minuta aos parlamentares que integravam a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Em sua exposição, o ministro explicou que o anteprojeto trará importantes alterações ao atual código, em vigor no país desde 1973.

Blog do Planalto 

Dilma mantém Vaccarezza líder do governo na Câmara

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) será o líder do governo Dilma Rousseff (PT) na Câmara, mesma função que ocupou no último ano de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A indicação para o cargo de líder do governo é realizada pela própria presidente, que deve oficializar a decisão hoje.
Vaccarezza era apontado como o preferido de Dilma para ser presidente da Câmara, mas perdeu a disputa interna no PT para Marco Maia (RS), que ontem foi eleito para comandar a Casa. Dilma não oficializou a escolha de Vaccarezza para a liderança do governo antes da eleição para a presidência da Câmara para evitar reflexos na disputa.
Vaccarezza está em seu segundo mandato na Câmara. No primeiro, antes de ser líder do governo já tinha sido líder da bancada do PT.
Mesa
Além do presidente da Câmara, todos os candidatos oficiais dos partidos foram eleitos para a Mesa Diretora da Casa na noite de ontem, com mandato de dois anos. Farão parte da Mesa a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), primeira vice-presidente, Eduardo da Fonte (PP-PE), segundo secretário e corregedor, Eduardo Gomes (PSDB-TO), primeiro secretário, Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), segundo secretário, Inocêncio Oliveira (PR-PE), terceiro secretário, Júlio Delgado (PSB-MG), quarto secretário, e Geraldo Resende (PMDB-MS), Carlos Humberto Manato (PDT-ES), Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE) e Sérgio Moraes (PTB-RS) como suplentes.